Por aqui vivem cultos morcegos!
miércoles, 30 de julio de 2014
martes, 17 de junio de 2014
Dia da Consciência
"Portugal" perdeu porque jogou mal.
Não há razão para sublimar a vitória da "Alemanha", só porque é a "Alemanha".
Os alemães não nos oprimem, a Senhora Merkel não nos oprime, nem tem culpa de termos tantos políticos incompetentes, há tantos anos, à frente do país.
Os alemães levantam-se (conotativamente e denotativamente) mais depressa e são mais pragmáticos. Obtêm melhores resultados, mais depressa. Não são melhores do que os portugueses, mas sabem fazer render as qualidades que têm e Nós, os portugueses, nem sempre sabemos.
A Alemanha não tem o "melhor do mundo", nem sequer maravilhou, mas ganhou.
Mudando de tema, ou permanecendo, conforme as interpretações, hoje recorda-se a grandiosidade de Aristides de Sousa Mendes, o cônsul português que em Bordeaux salvou muita gente da perseguição Nazi. Nazi não é sinónimo de alemão. Chega de pôr tudo no mesmo saco e chega de confundir o poder económico alemão com o nazismo.
Até porque muitos alemães também foram vítimas da perseguição nazi.
Hoje recorda-se a grandiosidade de Aristides de Sousa Mendes, o cônsul português que em Bordeaux salvou muita gente da perseguição Nazi. E ainda bem, porque nunca é demais lembrar que "nem sempre o que os outros nos dizem para fazer é o melhor" (como alguém dizia, esta manhã, à TSF). Aristides pensou pela sua cabeça e isso justifica este "dia da Consciência".
Não há razão para sublimar a vitória da "Alemanha", só porque é a "Alemanha".
Os alemães não nos oprimem, a Senhora Merkel não nos oprime, nem tem culpa de termos tantos políticos incompetentes, há tantos anos, à frente do país.
Os alemães levantam-se (conotativamente e denotativamente) mais depressa e são mais pragmáticos. Obtêm melhores resultados, mais depressa. Não são melhores do que os portugueses, mas sabem fazer render as qualidades que têm e Nós, os portugueses, nem sempre sabemos.
A Alemanha não tem o "melhor do mundo", nem sequer maravilhou, mas ganhou.
Mudando de tema, ou permanecendo, conforme as interpretações, hoje recorda-se a grandiosidade de Aristides de Sousa Mendes, o cônsul português que em Bordeaux salvou muita gente da perseguição Nazi. Nazi não é sinónimo de alemão. Chega de pôr tudo no mesmo saco e chega de confundir o poder económico alemão com o nazismo.
Até porque muitos alemães também foram vítimas da perseguição nazi.
Hoje recorda-se a grandiosidade de Aristides de Sousa Mendes, o cônsul português que em Bordeaux salvou muita gente da perseguição Nazi. E ainda bem, porque nunca é demais lembrar que "nem sempre o que os outros nos dizem para fazer é o melhor" (como alguém dizia, esta manhã, à TSF). Aristides pensou pela sua cabeça e isso justifica este "dia da Consciência".
martes, 27 de mayo de 2014
viernes, 28 de febrero de 2014
"Entre mim e as Palavras..."
Há palavras de que gosto sobretudo pelo som. Como estas, que escrevi numa das paredes do meu sótão:
JUNQUILHO - flor de fevereiro, a minha preferida, também designada de narciso.
PAURA - medo, em italiano.
PICHICHI - o nome do prémio para o melhor marcador do campeonato espanhol de futebol e que já consta da galeria do Cristiano ronaldo ;).
ENCORE - ainda, em francês.
BORDERLINE - fronteira ou limite, em inglês.
ENTSCHULDIGUNG - desculpa, em alemão.
JUNQUILHO - flor de fevereiro, a minha preferida, também designada de narciso.
PAURA - medo, em italiano.
PICHICHI - o nome do prémio para o melhor marcador do campeonato espanhol de futebol e que já consta da galeria do Cristiano ronaldo ;).
ENCORE - ainda, em francês.
BORDERLINE - fronteira ou limite, em inglês.
ENTSCHULDIGUNG - desculpa, em alemão.
martes, 18 de febrero de 2014
Sugestão de leitura
Esta entrevista e esta entrevistada:
http://anabelamotaribeiro.pt/rita-ferro-97038
lunes, 3 de febrero de 2014
BordARTE
jueves, 30 de enero de 2014
Moralizar no século XXI
Se eu escrevesse as minhas memórias (que é mais ou menos o que estou a fazer), poderia recorrer à lamentável expressão "no meu tempo" e lembrar que, surpreendentemente, "no meu tempo":
- Versalles recusou "A Noiva" (candelabro gigante feito com tampões, que pode ser agora apreciado no Museu de Arte Contemporânea de Elvas) de Joana Vasconcelos na mega exposição que lhe dedicou!
- o parlamento sueco retirou da sua sala de jantar uma pintura barroca, do século XVII, onde figuravam seios!
- a imprensa portuguesa questionou o tamanho da saia da assessora de Cavaco!
- advogados "invejosos" fizeram queixas à Ordem dos Advogados de um vídeo feito por uma firma de advogadas, que não escondiam serem giras e eficientes ao ponto de ganhar para se vestirem com peças caras e de bom gosto (o que é discutível, mas não condenável)!
(E ao que consta, são mesmo eficientes! Também consta que o vídeo chamou a atenção de magnatas angolanos! Oh, que chatice! Vão roubar potenciais clientes chorudos às firmas mais "cinzentonas"! Go girls!)
- a sociedade lembrou-se agora de transformar os estudantes universitários em monstros, capazes de humilhar os seus semelhantes, sacudindo a culpa que realmente tem ao não preparar em casa, que é onde a Educação deve legislar, as crianças e os jovens para dizer NÂO, sem medo de retaliações sociais, para defender os que são mais fracos e que por isso não conseguem vocalizar esse Não, e, sobretudo, para distinguir o que é certo do que é errado.
Se a "praxe" está ao serviço da estupidez (como parece estar em vários casos), acabar com a praxe acaba com a estupidez? Que fácil seria a solução...
Pela minha experiência, que foi positiva, argumento a favor da praxe, que se ela serve de alibi para a estupidez, também serve de alibi para vencer a timidez, para o engate, para a paródia de todos os envolvidos... Tudo isto (estupidez incluída) pode acontecer com ou sem praxe.
Ainda não se sabe ao certo o que sucedeu no Meco (até pode ter sido só um lamentável acidente do mesmo calibre dos que vitimizam os curiosos "aventureiros" que gostam de ver as ondas mais de perto, sentir na cara a lama dos carros de rali e afins), mas a sapiente opinião pública já encontrou culpados, a mesma que não duvida da culpa dos pais da Maddie e dos pais do menino da Madeira!
Para quê Justiça, quando temos civis com tão elevadas capacidades, eivados de espírito de cruzada, prontinhos a moralizar os menos atentos, ingénuos, que como eu admitem a inocência destes "óbvios culpados"? Como ousamos relegar para a PJ a tarefa de investigar a verdade?
E COERÊNCIA? Essa virtude raríssima (inantingível, arrisco-me a rotular), já que muitos/alguns dos que não hesitam em "fazer justiça" na praça pública são os mesmos que optam pelo adjetivo "paneleiro" ou "preto", em vez do nome próprio, quando se referem, respetivamente, a um determinado homossexual, ou pessoa de raça negra, entre outras façanhas de equiparável potencial humilhatório, seja com a capa humorística ou não!
- Versalles recusou "A Noiva" (candelabro gigante feito com tampões, que pode ser agora apreciado no Museu de Arte Contemporânea de Elvas) de Joana Vasconcelos na mega exposição que lhe dedicou!
- o parlamento sueco retirou da sua sala de jantar uma pintura barroca, do século XVII, onde figuravam seios!
- a imprensa portuguesa questionou o tamanho da saia da assessora de Cavaco!
- advogados "invejosos" fizeram queixas à Ordem dos Advogados de um vídeo feito por uma firma de advogadas, que não escondiam serem giras e eficientes ao ponto de ganhar para se vestirem com peças caras e de bom gosto (o que é discutível, mas não condenável)!
(E ao que consta, são mesmo eficientes! Também consta que o vídeo chamou a atenção de magnatas angolanos! Oh, que chatice! Vão roubar potenciais clientes chorudos às firmas mais "cinzentonas"! Go girls!)
- a sociedade lembrou-se agora de transformar os estudantes universitários em monstros, capazes de humilhar os seus semelhantes, sacudindo a culpa que realmente tem ao não preparar em casa, que é onde a Educação deve legislar, as crianças e os jovens para dizer NÂO, sem medo de retaliações sociais, para defender os que são mais fracos e que por isso não conseguem vocalizar esse Não, e, sobretudo, para distinguir o que é certo do que é errado.
Se a "praxe" está ao serviço da estupidez (como parece estar em vários casos), acabar com a praxe acaba com a estupidez? Que fácil seria a solução...
Pela minha experiência, que foi positiva, argumento a favor da praxe, que se ela serve de alibi para a estupidez, também serve de alibi para vencer a timidez, para o engate, para a paródia de todos os envolvidos... Tudo isto (estupidez incluída) pode acontecer com ou sem praxe.
Ainda não se sabe ao certo o que sucedeu no Meco (até pode ter sido só um lamentável acidente do mesmo calibre dos que vitimizam os curiosos "aventureiros" que gostam de ver as ondas mais de perto, sentir na cara a lama dos carros de rali e afins), mas a sapiente opinião pública já encontrou culpados, a mesma que não duvida da culpa dos pais da Maddie e dos pais do menino da Madeira!
Para quê Justiça, quando temos civis com tão elevadas capacidades, eivados de espírito de cruzada, prontinhos a moralizar os menos atentos, ingénuos, que como eu admitem a inocência destes "óbvios culpados"? Como ousamos relegar para a PJ a tarefa de investigar a verdade?
E COERÊNCIA? Essa virtude raríssima (inantingível, arrisco-me a rotular), já que muitos/alguns dos que não hesitam em "fazer justiça" na praça pública são os mesmos que optam pelo adjetivo "paneleiro" ou "preto", em vez do nome próprio, quando se referem, respetivamente, a um determinado homossexual, ou pessoa de raça negra, entre outras façanhas de equiparável potencial humilhatório, seja com a capa humorística ou não!
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