viernes, 7 de octubre de 2011

Carta aberta ao Sr. Ulrich

A Joana tem pouco mais de um mês e é cliente do BPI e gostaria de continuar a sê-lo. O balcão de que a Joana é cliente não possui rampa de acesso a clientes com mobilidade reduzida, coisa em que os pais da Joana não repararam no dia em que abriram a conta. Mas repararam hoje, pelo que reclamaram por escrito. Em função da resposta, decidirão se a Joana e se eles próprios se manterão clientes do banco. Estão optimistas, já que há uns dias, a fachada do banco foi vandalizada com spray e no mesmo dia foi limpa. Certamente que o Sr. Ulrich não se preocupará apenas com a fachada e resolverá esta questão com celeridade, neste e noutros balcões com a mesma limitação.

JOANA

Impossível não escrever aqui o teu nome.
Impossível escrever mais do que o teu nome, sem que me pareçam banalidades, desajustadas relativamente ao que és e ao que significas para mim...

lunes, 15 de agosto de 2011

Coisas só aparentemente simples




Companheiro - Maria Eugênia
Vai amigo
Não há perigo que hoje possa assustar
Não se iluda
Que nada muda se você não mudar

Ponha alguma coisa na sacola
Não esqueça a viola
Mas esqueça o que puder
E cante que é bom viver..

Rasgue as coisas velhas da lembrança
Seja um pouco de criança
Faça tudo o que quiser
E cante que é bom viver...

viernes, 15 de julio de 2011

8 meses

É oficial: cederam-me lugar no autocarro.
Caso restasse alguma dúvida: emocionei-me com o gesto do senhor que me convidou a sentar.
Indomáveis hormonas!
O meu bem-haja aos meus óculos de sol!

jueves, 7 de julio de 2011

Alguém convide esta senhora para administrar a Justiça

Maria José Morgado, profissional que admiro, apontou ontem, uma vez mais, o dedo aos clubes por sacudirem a água do capote relativamente à violência praticada pelas claques de futebol que apoiam!
A notícia na SIC e também na TVI sucedeu às outras de desporto: o novo equipamento do FCP, que não sente falta de Villas Boas, o novo reforço do Sporting e o novo do Benfica! Alinhamento discutível, como de costume! Questionar os clubes sobre a tal negligência é que nada,!
Além de acusar os clubes, a directora do Departamento de Investigação e Acção Penal de Lisboa (DIAP) também não poupou a Liga, a Federação e a secretaria de Estado do Desporto. Todos coniventes com o "offshore judicial" que absolve os efeitos colaterais negativos do futebol português.
Na mesma conferência "Estádios de sítio", promovida pela PSP, também se falou do bom exemplo de combate à violência nos estádios no Reino Unido. A receita: menos show off policial e mais acção judicial! Os malfeitores são impedidos de voltar a entrar num estádio!
Se eles conseguem...

O anjo da guarda...

Eu creio também neste anjo, que por vezes nos planta à frente dos olhos e dos ouvidos exactamente o que precisamos, a pista gostosa para acrescentar valor a um texto, a dica para um novo artigo, o momento em que o destino nos parece um amigo: Ele existe Fernando Alves.