jueves, 7 de julio de 2011
O anjo da guarda...
Eu creio também neste anjo, que por vezes nos planta à frente dos olhos e dos ouvidos exactamente o que precisamos, a pista gostosa para acrescentar valor a um texto, a dica para um novo artigo, o momento em que o destino nos parece um amigo: Ele existe Fernando Alves.
martes, 5 de julio de 2011
Passos em falso
Quando a pessoa que mais admiramos nos diz que "Portugal não tem espaço para pessoas como ele" fica tudo muito claro sobre a merda de país que autorizámos nos últimos anos, sobretudo porque não encontramos grandes argumentos para refutar a tirada!
Quando o provável candidato a primeiro-ministro anunciava no último Natal que não ia dar presentes aos filhos, ou que só iria presentear a filha mais nova, ficou tudo muito claro sobre a ingénua ideia que ele tem sobre o seu eleitorado. Acreditou de verdade que nós engolimos esse "simbólico gesto" anunciado? E fica também muito claro que ele não tem nem ideia por onde começar quando toca a reduzir custos, pelo que opta imediatamente pela medida menos criativa e ataca a coisa pelo lado da receita: aumentar o IVA!
Não percebo o suficiente de economia, mas ainda gostava que me explicassem com números se um aumento do IVA é obrigatoriamente equivalente a um aumento da receita? Isto é, não pode o aumento do IVA levar a uma tal contracção do consumo, que, no final das contas, o imposto arrecadado seja menor? Tenho para mim que com as dificuldades de liquidez das empresas, o número de desempregados a aumentar, o encarecimento dos bens, ... o poder de compra diminui, mas pode ser que mesmo assim valha a pena flagelar mais uns quantos e aumentar o IVA!
"Metade de um ordenado (depois de descontado o equivalente ao ordenado mínimo) directamente para o Estado" também é governar com os pés. Então e se o corte fosse proporcional ao ordenado, acima de um determinado escalão, é que me parece óbvio que metade de 4000 não é igual a metade de mil . Mais uma vez, o actual Governo optou pela via mais preguiçosa (fazem-se menos contas), que por sinal também é profundamente injusta e potencialmente germinadora de problemas sociais. Problemas sociais que catalizam a revolta, que cataliza a violência, que não cataliza nada de construtivo, pelo que continuaremos a marcar passo!
E a piscadela de olho ao povo com a extinção do cargo de Governador Civil? Pois, só falta explicar (e nestas coisas explicar é importante) onde vai ele enfiar os detentores desse tacho e respectiva brigada de assistentes e de secretárias? É que não me parece que os vá deixar a peregrinar de 15 em 15 dias para o centro de emprego ou para a junta de freguesia da sua área de residência... Mas diminuir o peso da burocracia e da função pública nas contas do Estado parece-me bem. Resta só esperar pelas contas...
O melhor argumento a favor de Passos era que ele ainda não tinha cadastro político: nada de bom, nada de mau, nada. Quanto a mim arranca o "sobe e desce" com valores negativos!
Quando o provável candidato a primeiro-ministro anunciava no último Natal que não ia dar presentes aos filhos, ou que só iria presentear a filha mais nova, ficou tudo muito claro sobre a ingénua ideia que ele tem sobre o seu eleitorado. Acreditou de verdade que nós engolimos esse "simbólico gesto" anunciado? E fica também muito claro que ele não tem nem ideia por onde começar quando toca a reduzir custos, pelo que opta imediatamente pela medida menos criativa e ataca a coisa pelo lado da receita: aumentar o IVA!
Não percebo o suficiente de economia, mas ainda gostava que me explicassem com números se um aumento do IVA é obrigatoriamente equivalente a um aumento da receita? Isto é, não pode o aumento do IVA levar a uma tal contracção do consumo, que, no final das contas, o imposto arrecadado seja menor? Tenho para mim que com as dificuldades de liquidez das empresas, o número de desempregados a aumentar, o encarecimento dos bens, ... o poder de compra diminui, mas pode ser que mesmo assim valha a pena flagelar mais uns quantos e aumentar o IVA!
"Metade de um ordenado (depois de descontado o equivalente ao ordenado mínimo) directamente para o Estado" também é governar com os pés. Então e se o corte fosse proporcional ao ordenado, acima de um determinado escalão, é que me parece óbvio que metade de 4000 não é igual a metade de mil . Mais uma vez, o actual Governo optou pela via mais preguiçosa (fazem-se menos contas), que por sinal também é profundamente injusta e potencialmente germinadora de problemas sociais. Problemas sociais que catalizam a revolta, que cataliza a violência, que não cataliza nada de construtivo, pelo que continuaremos a marcar passo!
E a piscadela de olho ao povo com a extinção do cargo de Governador Civil? Pois, só falta explicar (e nestas coisas explicar é importante) onde vai ele enfiar os detentores desse tacho e respectiva brigada de assistentes e de secretárias? É que não me parece que os vá deixar a peregrinar de 15 em 15 dias para o centro de emprego ou para a junta de freguesia da sua área de residência... Mas diminuir o peso da burocracia e da função pública nas contas do Estado parece-me bem. Resta só esperar pelas contas...
O melhor argumento a favor de Passos era que ele ainda não tinha cadastro político: nada de bom, nada de mau, nada. Quanto a mim arranca o "sobe e desce" com valores negativos!
lunes, 27 de junio de 2011
A lição
Ora, o Villas Boas foi para o Chelsea e fez ele muito bem. O portista capaz de recusar uma oferta equiparável à dele que atire a primeira pedra!
Agora só tem que provar que é mesmo bom, ao ponto de fazer funcionar a nova engrenagem em que se instalou. Basicamente é o que faz Mourinho: adapta a engrenagem a si e por isso funciona. (Como se pode ler aqui) O basicamente aqui é profundamente enganador!
Mas o que quero eu sublinhar (com vários dias de atraso) é a lição de gestão que deu Jorge Nuno Pinto da Costa: passou menos de um dia sobre a anúncio oficial da saída de Villas Boas e já estava o presidente do FCP a apresentar o substituto, travando especulações, polémicas, lamentos, instabilidade. Provou estar capaz de antecipar cenários que só eram prováveis até se concretizarem, mas em que muitos ingénuos não acreditavam e com isso controlou a comunicação, que é ferramenta fundamental na gestão. Touché!
Mas não é isso que importa! O que importa é que a concorrência continue a atribuir aos árbitros o mérito do FCP! Assim é que deve continuar a ser: iludidinhos e incapazes de se auto-criticarem!
Agora só tem que provar que é mesmo bom, ao ponto de fazer funcionar a nova engrenagem em que se instalou. Basicamente é o que faz Mourinho: adapta a engrenagem a si e por isso funciona. (Como se pode ler aqui) O basicamente aqui é profundamente enganador!
Mas o que quero eu sublinhar (com vários dias de atraso) é a lição de gestão que deu Jorge Nuno Pinto da Costa: passou menos de um dia sobre a anúncio oficial da saída de Villas Boas e já estava o presidente do FCP a apresentar o substituto, travando especulações, polémicas, lamentos, instabilidade. Provou estar capaz de antecipar cenários que só eram prováveis até se concretizarem, mas em que muitos ingénuos não acreditavam e com isso controlou a comunicação, que é ferramenta fundamental na gestão. Touché!
Mas não é isso que importa! O que importa é que a concorrência continue a atribuir aos árbitros o mérito do FCP! Assim é que deve continuar a ser: iludidinhos e incapazes de se auto-criticarem!
martes, 21 de junio de 2011
Alegria
A Rua que desce e depois sobe
Gosto de galos de Barcelos
Almirante Reis, a tal que foi despromovida do "Monopólio"
Na altura, falhou o facto de não ter câmara fotográfica comigo, mas não me esquecerei nunca! Mais directo, impossível!
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