A Tela Bags!
miércoles, 6 de abril de 2011
lunes, 4 de abril de 2011
Pooooooooooooooooooooooooooooooortooooooooooooooooooooooo!
Não mancha a vitória no jogo, nem no campeonato! O FCP é a melhor equipa do país porque é a mais bem gerida, a mais profissional e isso reflecte-se nos resultados... No futebol, como no andebol, no basquetebol e no hóquei em patins, onde também lidera... Ninguém reinventa a pólvora... As tricas, os truques, a irresponsabilidade dos dirigentes (do FCP também) sempre que atiçam as mentes doentes de alguns adeptos não deveriam ficar impunes. Ontem poderia ter acontecido uma desgraça quando alguém se lembrou de desligar a luz e accionar o sistema de rega! Será uma desgraça mais dia menos dia se não se punirem os culpados! E daqui a 15 dias há novo encontro...
Eu gosto de futebol, mas ontem senti tanta raiva (de alguns adeptos dos dois clubes, dos "jornalistas", do tratamento jornalístico, da fraqueza do sistema policial) ao ver as notícias antes do jogo começar, que não me apeteceu sequer ouvir o relato...
viernes, 1 de abril de 2011
A grande mentira
Elegi o Dadaísmo para tema de um trabalho sobre movimentos artísticos para a cadeira de História da Arte. Não era o meu preferido, mas era o que mais me intrigava... Parecia-me que havia ali qualquer coisa de traição à arte, qualquer coisa de mentira... até que me convenci de que tudo aquilo estava suspenso pelo fio, só aparentemente frágil, da imaginação. Como excluir a ideia do produto final? Como retirar-lhe peso naquilo a que chamamos de arte? No dia das mentiras, elejo esta verdade: a pintura não morreu, contrariando a profecia, contada em várias versões, que anunciava o fim da pintura! E potenciais assassinos não lhe faltariam, de acordo com as profecias: a fotografia, os delírios mais ou menos escatológicos dos dadaístas, a alegada urina de Pollock ou o lixo que substituiu as tintas na tela, o robot-pintor do português Leonel Moura, ...
miércoles, 30 de marzo de 2011
Intercomunicador
"Bom dia, eu sou a Ana Cristina e estou aqui com a minha amiga a espalhar uma mensagem de esperança. Gostaria de lhe perguntar se acha possível que um dia venhamos a viver num paraíso aqui na Terra?"
Poderia só ignorar a Ana Cristina, mas fiquei a cismar que raio de processo permite atingir este estado? Como alguém está disposto a elaborar sobre as possibilidades e impossibilidades do devir, assim, sem preliminares, às 10h da manhã?
Poderia só ignorar a Ana Cristina, mas fiquei a cismar que raio de processo permite atingir este estado? Como alguém está disposto a elaborar sobre as possibilidades e impossibilidades do devir, assim, sem preliminares, às 10h da manhã?
lunes, 28 de marzo de 2011
"Oliver e Benji", by Paulo Futre
Não é por causa dos lindos olhos verdes dele, nem por ter sido um competente dragão, mas eu acho que as sugestões de Paulo Futre deveriam ser dignas de reflexão mais do que de chacota! A forma não foi a mais eficaz, mas a mensagem de que o Sporting deveria contratar um bom jogador chinês e assim atrair adeptos e consequentemente receitas made in China ou by chineses não é disparatada! É só ingénua e deselegante: escusavas de escancarar que pretendias usar o chinês como isco!
Ainda há dias ouvia falar da legião de jornalistas japoneses que seguem Yuto Nagatomo para todo o lado desde que ele se transferiu para o Inter. Quanto é que o Inter ganha com isso? Publicidade gratuita ao clube no Japão e certamente muitos bilhetes dos jogos do clube vendidos a japoneses e merchandising ando so on... O Barcelona e o Real Madrid há anos que andam a piscar o olho à Asia e, ao que dizem, com sucesso: há anos que se vendem bilhetes a turistas dipostos a pagar para ver as estrelas no Camp Nou e no Santiago Bernabéu! E os catalães têm angariado sócios, imagine-se, no Japão! O que isso não fará pelas receitas publicitárias e de merchandising do clube... E não é que a revista de Manga e série televisiva "Olivier e Benji" também ajudou o Barça a facturar...
Futre, eles não sabem nem sonham! Pérolas a porcos!
martes, 22 de marzo de 2011
ARTUR
Qualquer coisa como "a variedade é o prazer da vida", disse Artur Agostinho, numa entrevista hoje recordada na TSF, feita por Carlos Vaz Marques. Citava um lema dos ingleses por altura da segunda guerra mundial, quando as coisas azedavam. Acho que era isto.
O que me interessa é que concordo. E como. Mesmo quando esta paixão pela variedade me impede de investir no aperfeiçoamento, na especialização e impede, muitas vezes. A especialização que sem dúvida beneficiaria o todo mais do que a mim e nestas coisas, manda mais o tal hedonismo que me move. Ou egoísmo, talvez.
Admiro sempre quem tirou partido da vida, como Artur Agostinho.
O que me interessa é que concordo. E como. Mesmo quando esta paixão pela variedade me impede de investir no aperfeiçoamento, na especialização e impede, muitas vezes. A especialização que sem dúvida beneficiaria o todo mais do que a mim e nestas coisas, manda mais o tal hedonismo que me move. Ou egoísmo, talvez.
Admiro sempre quem tirou partido da vida, como Artur Agostinho.
lunes, 21 de marzo de 2011
Japoneses
Eram de Tóquio e comiam a menos de um metro de nós. As mesas daquele restaurante do bairro da Ópera, em Paris, quase que se colavam, mas a privacidade ali era garantida à priori, pela proveniência de cada um. Assim, tornava-se pouco provável que se juntassem portugueses em duas mesas contíguas.
A primeira imagem que tenho deles é que jamais davam tréguas ao sorriso, sempre que nos dirigiam o olhar. A certa altura, pedimos champanhe para nós e decidimos que fazia sentido partilhar o brinde. Brindamos os quatro. Demorámos algum tempo a perceber que "animun" era uma pergunta que significava "estais também em Lua de Mel?" Paris era a primeira étapa da deles. Seguiam para o Dubai depois...
Trocámos endereços de e-mail para trocar fotos e prolongar o encontro. Não aconteceu. Guardei os deles algures no caderninho de viagem na mesma caixinha dos bilhetes dos museus, das contas dos cafés e dos restaurantes (que eram muitas vezes as duas coisas, que as rendas são caras e há que rentabilizar os espaços) das revistas e jornais por lá comprados... Ontem lembrei-me deles, apeteceu-me saber deles, que são o mais perto que conheci dos japoneses...
Lembro-me agora que conheci outros dois numa viagem a Burgos... I wonder...
A primeira imagem que tenho deles é que jamais davam tréguas ao sorriso, sempre que nos dirigiam o olhar. A certa altura, pedimos champanhe para nós e decidimos que fazia sentido partilhar o brinde. Brindamos os quatro. Demorámos algum tempo a perceber que "animun" era uma pergunta que significava "estais também em Lua de Mel?" Paris era a primeira étapa da deles. Seguiam para o Dubai depois...
Trocámos endereços de e-mail para trocar fotos e prolongar o encontro. Não aconteceu. Guardei os deles algures no caderninho de viagem na mesma caixinha dos bilhetes dos museus, das contas dos cafés e dos restaurantes (que eram muitas vezes as duas coisas, que as rendas são caras e há que rentabilizar os espaços) das revistas e jornais por lá comprados... Ontem lembrei-me deles, apeteceu-me saber deles, que são o mais perto que conheci dos japoneses...
Lembro-me agora que conheci outros dois numa viagem a Burgos... I wonder...
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