Pelo tango, claro!
Pelo conceito: uma mulher várias facetas!
jueves, 21 de enero de 2010
Si
"Corre deprisa que el mundo se amarga, que el amor se muere, que el amor se acaba..."
Acabadinha de roubar a um amigo que a postou no Facebook, a quem pedi satisfações sobre a autoria: É a letra de um tema antigo de Flamenco cantado pelo Camaron de la Isla e que o Potito recuperou. "Rosa del amor"
Acabadinha de roubar a um amigo que a postou no Facebook, a quem pedi satisfações sobre a autoria: É a letra de um tema antigo de Flamenco cantado pelo Camaron de la Isla e que o Potito recuperou. "Rosa del amor"
miércoles, 20 de enero de 2010
Fanny Ardant et moi
Só medi a tela com os olhos, de uma ponta à outra, sem interrupções, porque nessa noite todas as cadeiras estavam vazias à minha frente. A tela cresceu.
Nada entre mim e "Cendres et sang", o filme que colocou Fanny Ardant do lado de cá da lente. Inquietante. Ponteagudo. Poético nas imagens. Cruel nas palavras. Certeiro como a vida.
Aguardo o próximo.
Nada entre mim e "Cendres et sang", o filme que colocou Fanny Ardant do lado de cá da lente. Inquietante. Ponteagudo. Poético nas imagens. Cruel nas palavras. Certeiro como a vida.
Aguardo o próximo.
lunes, 18 de enero de 2010
Ups, I did it again!
Sempre fui dada a especulações, daquelas que soltam a rédea à insensatez.
Finjo que não acredito que posso domar a imaginação e pimba, lá estou eu, inconsequente, a trilhar histórias, a atribuir intenções ao acaso...
Mas chega sempre o momento em que me cai a moedinha, o estalido metálico, a travar o embalo.
De tanto se repetir, já não há moral que justifique a história.
Finjo que não acredito que posso domar a imaginação e pimba, lá estou eu, inconsequente, a trilhar histórias, a atribuir intenções ao acaso...
Mas chega sempre o momento em que me cai a moedinha, o estalido metálico, a travar o embalo.
De tanto se repetir, já não há moral que justifique a história.
miércoles, 13 de enero de 2010
"Sorri"
Conheci pouco mais do que o teu sorriso, que aparecia quando o solicitávamos, quando to provocávamos, mas sobretudo quando não sabias o que dizer. Não sabias muitas vezes o que nos dizer, ou não querias dizer-nos o que sabias.
O sorriso era o teu escudo muito mais do que a tua arma.
Não cheguei a saber quase nada sobre ti, nem chegarei a compreender porque partiste antes do tempo.
Esta ignorância, parcialmente voluntária, faz-me sentir incomodamente cúmplice dessa tua partida.
O sorriso era o teu escudo muito mais do que a tua arma.
Não cheguei a saber quase nada sobre ti, nem chegarei a compreender porque partiste antes do tempo.
Esta ignorância, parcialmente voluntária, faz-me sentir incomodamente cúmplice dessa tua partida.
viernes, 9 de octubre de 2009
Sem título e cem palavras
É sempre mais fácil responder a uma crítica... Os argumentos saem mais disparados e mais disparatados também. :-)
O fruto proíbido é mesmo o mais apetecido e desde o dia do "aniversário" deste blogue que já me vieram à cabeça vários temas sobre os quais me apetecia escrever... parece que o mundo se lembrou de acontecer só para me provocar: é o Obama que é nobel da paz e eu com muita vontade de dizer ao mundo (ao meu pequeno mundo feito de pessoas como vocês) que acho bem porque o presidente dos EUA é mais presidente do que o de qualquer outro país. Influencia mais, inspira mais, e a uma escala maior. Para bem e para o mal. E este Obama inspira bem e mostra uma atitude avassaladoramente mais responsável. Acho bem premiar a intenção e a inteligência de mudar de atitude porque é mais uma forma de vincar que essa é a atitude que interessa. (estou a escrever sem freio e talvez a fazer pouco sentido)
E depois o filme sobre a Tunísia que vi na quinta-feira, aparentemente simples para o olhar de um ocidental, mas bem pedrada no charco ao mostrar as duas tunísias, a do dia, conservadora, e a da noite, libertadora...E a dança do ventre, ainda do filme... A dança será sempre tema para mim... se a reencarnação existe, eu quero encarnar no corpo de uma bailarina... Já devo ter escrito isto algures.
Até sobre o fim do "Caminho das Índias" (que acabou de acabar) me apetece escrever... que bons são o Tony Ramos e o Lima Duarte, que bela cena final protagonizaram... Vou ter saudades da música contagiante, das cores, das palavras novas, de aprender em pequenas e suaves doses sobre o país que mais me atrai no Oriente (pela comida, que adoro! e pelas bugigangas, que vou amar! e muito também pela estética na arquitectura, na dança, nos cabelos negros e lisos lindos das indianas, pela mil pulseiras a chinquilhar, pelos tecidos de babar!)
Mas eu sofro de indisciplina aguda e quero mesmo dedicar-me a outro projecto e este blogue era o alibi perfeito para vingar a preguiça, sem me comprometer a longo prazo e eu tenho passado a vida no registo do curto prazo...
Agradeço mesmo muito o carinho
O fruto proíbido é mesmo o mais apetecido e desde o dia do "aniversário" deste blogue que já me vieram à cabeça vários temas sobre os quais me apetecia escrever... parece que o mundo se lembrou de acontecer só para me provocar: é o Obama que é nobel da paz e eu com muita vontade de dizer ao mundo (ao meu pequeno mundo feito de pessoas como vocês) que acho bem porque o presidente dos EUA é mais presidente do que o de qualquer outro país. Influencia mais, inspira mais, e a uma escala maior. Para bem e para o mal. E este Obama inspira bem e mostra uma atitude avassaladoramente mais responsável. Acho bem premiar a intenção e a inteligência de mudar de atitude porque é mais uma forma de vincar que essa é a atitude que interessa. (estou a escrever sem freio e talvez a fazer pouco sentido)
E depois o filme sobre a Tunísia que vi na quinta-feira, aparentemente simples para o olhar de um ocidental, mas bem pedrada no charco ao mostrar as duas tunísias, a do dia, conservadora, e a da noite, libertadora...E a dança do ventre, ainda do filme... A dança será sempre tema para mim... se a reencarnação existe, eu quero encarnar no corpo de uma bailarina... Já devo ter escrito isto algures.
Até sobre o fim do "Caminho das Índias" (que acabou de acabar) me apetece escrever... que bons são o Tony Ramos e o Lima Duarte, que bela cena final protagonizaram... Vou ter saudades da música contagiante, das cores, das palavras novas, de aprender em pequenas e suaves doses sobre o país que mais me atrai no Oriente (pela comida, que adoro! e pelas bugigangas, que vou amar! e muito também pela estética na arquitectura, na dança, nos cabelos negros e lisos lindos das indianas, pela mil pulseiras a chinquilhar, pelos tecidos de babar!)
Mas eu sofro de indisciplina aguda e quero mesmo dedicar-me a outro projecto e este blogue era o alibi perfeito para vingar a preguiça, sem me comprometer a longo prazo e eu tenho passado a vida no registo do curto prazo...
Agradeço mesmo muito o carinho
miércoles, 7 de octubre de 2009
Prueba superada!
"Não existem mais que duas regras para escrever: ter algo que dizer e dizê-lo!"
Senhor Oscar Wilde é verdade o que diz.
A esta verdade junto outra, que me foi dita por Baptista Bastos... Disse-me que a escrita é um exercício e que quem aspira a alguma qualidade, "tem que escrever todos os dias, um bocadinho por dia, nem que seja para pôr no lixo".
Este blogue nasceu com a pretensão desse exercício, mas sem a obrigação desse picar o ponto diário. O objectivo há um ano era precisamente que durasse um ano!
Durou e termina aqui.
Não vou desactivá-lo... Não se apaga a palavra escrita. Continuará por aqui... Mas vou (como costuma dizer-se em giria) "descontinuá-lo"!
Foi um teste que precisei de fazer, antes de partir para outro desafio...
Agradeço a quem por cá passou e sobretudo agradeço a quem regressou!
Senhor Oscar Wilde é verdade o que diz.
A esta verdade junto outra, que me foi dita por Baptista Bastos... Disse-me que a escrita é um exercício e que quem aspira a alguma qualidade, "tem que escrever todos os dias, um bocadinho por dia, nem que seja para pôr no lixo".
Este blogue nasceu com a pretensão desse exercício, mas sem a obrigação desse picar o ponto diário. O objectivo há um ano era precisamente que durasse um ano!
Durou e termina aqui.
Não vou desactivá-lo... Não se apaga a palavra escrita. Continuará por aqui... Mas vou (como costuma dizer-se em giria) "descontinuá-lo"!
Foi um teste que precisei de fazer, antes de partir para outro desafio...
Agradeço a quem por cá passou e sobretudo agradeço a quem regressou!
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